29/07/2022 às 14h33min - Atualizada em 29/07/2022 às 14h33min

Leite paulista tem pesquisa, desenvolvimento e controle voltados para a qualidade

Cada copo de leite ou derivado produzido no Estado de São Paulo conta com tecnologia, pesquisa e investimentos para que os produtos cheguem ao mercado com qualidade e confiabilidade, marcas registradas da agropecuária paulista.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) tem participação fundamental nesse processo, desenvolvendo pesquisas de melhoria da qualidade do leite e derivados.

Atualmente, 410 dos 645 municípios do Estado possuem algum tipo de bovinocultura de leite. Anualmente, 1.384.962 de litros de leite cru resfriados e 152.985 litros de leite tipo A são produzidos em pastos paulistas, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA), também ligado à SAA.

Pesquisa e inovação

O Centro de Tecnologia de Laticínios (Tecnolat), do Instituto de Tecnologias de Alimentos (ITAL), o Instituto de Zootecnia (IZ) e a APTA Regional são os braços da Secretaria que atuam diretamente no segmento, desenvolvendo produtos e análises de conformidade para a indústria láctea paulista.

O Programa de Transferência de Tecnologia em Pequenas e Médias Propriedades Rurais do IZ, em funcionamento há uma década, atende às demandas das pequenas e médias propriedades rurais leiteiras e já realizou 64 mil análises em 134 milhões de litros de leite, promovendo mais de 125 cursos e treinamentos voltados para a sanidade animal, qualidade do leite e produtividade. O IZ também avançou em mecanismos de identificação de fraudes em leite de vaca, além de identificar a adição dele em produtos vendidos como de búfalas, cabra e ovelha.

Já o Tecnolat do ITAL apoia a indústria de alimentos no aperfeiçoamento, adaptação e inovação de produtos e processos como queijos, bebidas lácteas e doces, entre outras.

Produtos artesanais

Outra conquista importante para o segmento foi a sanção da lei dos produtos Artesanais 607/21, que institui normas para a manipulação e o beneficiamento dos produtos de origem animal, permitindo que as pequenas e médias queijarias se adequem aos padrões para a comercialização.

Uma conquista que se soma ao trabalho diário de melhorar a qualidade dos produtos lácteos paulistas. 

Fonte: CDI


Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »