05/11/2019 às 10h20min - Atualizada em 05/11/2019 às 10h20min

Nestlé investe R$ 95 milhões na evolução do portfólio de lácteos

A Nestlé investiu, nos últimos três anos, mais de R$ 95 milhões para consolidar um portfólio completo de lácteos e atender a diferentes perfis de consumo de leites e compostos lácteos no Brasil, com o olhar voltado para a melhor nutrição de crianças e adultos. O movimento da empresa se sustenta diante de um cenário em que 90% da população brasileira está carente de pelo menos um nutriente (Pesquisa de Orçamento Familiares, 2008). Cada vez mais, as pessoas têm adotado hábitos alimentares e estilos de vida diversificados, com maior preocupação com a nutrição e saúde, o que tem estimulado a indústria a desenvolver produtos que atendam a um novo perfil populacional, com um mix de produtos mais específico e direcionado. Entram nesse rol tendências como os produtos orgânicos, zero lactose, com adições de fibras e vitaminas, redução de açúcares e produtos funcionais (com altos níveis de proteína, colágeno ou ômega 3, entre outros exemplos).

Os investimentos envolvem pesquisa, desenvolvimento e inovação, em linha com as novas demandas do consumidor. "Estamos passando por mudanças demográficas e de comportamento que abrem espaço para soluções nutricionais especializadas para crianças e adultos", avalia o vice-presidente de Lácteos da Nestlé, Antonio Diogo.

De acordo com a gerente de marketing de Lácteos da Nestlé, Carine Mahler, a tendência de aumento no consumo de produtos lácteos em diferentes ocasiões do dia é um importante fator que inspira oportunidades de inovação, e marcas como NINHO e Molico se posicionam como aliadas do consumidor na busca por uma alimentação mais saudável, com perspectivas de agregar ingredientes, vitaminas, nutrientes e funcionalidades que contribuam para reforçar a nutrição diária. Considerando este cenário, as marcas colocam oito novidades no mercado de uma só vez, entregando ao consumidor nutrição especializada.

NOVIDADES NINHO

Presente em um entre cada três lares brasileiros, NINHO é a marca na qual as mães mais confiam para a nutrição de seus filhos (pesquisa IBOPE 2019), e responde por cerca de 40% de participação no mercado nacional. Molico, por sua vez, tem um enorme potencial de mercado no Brasil, uma vez que o leite tem hoje 70% de penetração nos lares em que não há crianças e, portanto, faz parte da rotina do brasileiro.

NINHO traz quatro importantes lançamentos: NINHO Forti+, o primeiro composto lácteo a abordar 100% das principais deficiências das crianças brasileiras, completo e balanceado com ferro, vitaminas A, C, D e E, fibras, cálcio e zinco; NINHO Orgânico, o primeiro leite orgânico de uma grande indústria lançado no Brasil; NINHO Hora de Dormir, com camomila e mix Forti+ de vitaminas e minerais, um aliado das mães no ritual de sono dos pequenos, já que é sabido que a qualidade inadequada do sono afeta o desenvolvimento físico e cognitivo da criança; NINHO Hora da Escola, com ômega 3 e mix Forti+ de vitaminas e minerais, para dar suporte na escola e atividades diárias das crianças; e NINHO em versão 100% vegetal, pronto para beber.

NOVIDADES MOLICO

Marca especializada em nutrição adulta e presente no Brasil desde 1959, MOLICO apresenta o novo MOLICO Fibras Semidesnatado – com o melhor mix de vitaminais, minerais e fibras, além de ser fonte de proteína. Vale destacar que um em cada dois adultos no Brasil sofre com problemas intestinais, e em geral, não consomem a quantidade de fibras recomendada por dia – as fibras diminuem o risco de doenças cardíacas e diabetes e são importantes para a digestão e a saciedade. No radar também estão Molico +Proteína na versão pronto para beber – rico em proteína, com 40% a mais de cálcio na comparação com a média do mercado, além de vitaminas C, D e K. Ideal para quem busca um estilo de vida saudável, uma vez que a ingestão de proteínas pode contribuir para o aumento da saciedade e prevenir a perda muscular; e Molico Ômega 3 em pó, o único leite para adultos com exclusivo mix de vitaminas e ômega 3, que ajuda a proteger a saúde cardiovascular e cerebral, contribuindo para manter a mente ativa e focada.

Jornada do leite orgânico

A Nestlé começou a apoiar a conversão de fazendas para a produção de orgânicos em 2016 e, atualmente, já conta com 49 fazendas em processo de conversão, representando mais de 32 mil litros produzidos por dia, nas regiões de São Carlos e Araçatuba, em São Paulo, o que dobra a quantidade total de leite orgânico produzido no país.

Nesses três anos de desenvolvimento da cadeia de produção de leite orgânico em larga escala no Brasil, foram investidos pela empresa cerca de R$ 10 milhões/ano no preparo e conversão de produtores para estarem habilitados à produção orgânica, contemplando critérios como pasto sem a utilização de adubo químico ou agrotóxicos, alimentação com orgânicos e não transgênicos e tratamento dos animais com homeopatia e fitoterápicos. São cerca de 18 meses entre conversão do pasto, animais e adequação da estrutura da fazenda para que se torne orgânica. Além disso, o projeto também envolve a transparência na rastreabilidade da matéria-prima desde a origem.

Como parte de sua jornada de desenvolvimento da cadeia do leite orgânico no Brasil, a empresa tem implantado uma série de outras iniciativas de promoção de bem-estar animal. A mais recente delas é a utilização de sensores eletrônicos capazes de monitorar a saúde e a felicidade das vacas. O "brinco eletrônico" integra o Projeto Cowsense da Nestlé no Brasil, voltado ao acompanhamento dos animais produtores de leite orgânico.

O dispositivo coleta e fornece informações sobre as principais atividades que expressam o comportamento natural das vacas: atividade ruminal, movimento e ócio e temperatura. Por meio de um sistema de inteligência artificial, o sensor cria algoritmos através da leitura de atividades que definem o comportamento padrão de cada animal. Esses dados são enviados em tempo real para o produtor por meio de um aplicativo no celular e, se há algum comportamento que desvia do padrão, o produtor recebe um alerta pelo sistema. São informações precisas sobre a condição do animal, que permitem que o produtor tome melhores decisões sobre a gestão do rebanho, com mais eficiência e autonomia completa.

Um exemplo de indicador de bem-estar das vacas é a taxa de ruminação. A vaca, exceto quando dormindo ou comendo, está sempre ruminando, como parte do processo de digestão. O sensor acompanha e mede a curva de atividade dos indicadores em tempo real. Qualquer variação nos resultados permite saber se o animal está bem, em cio reprodutivo, sob estresse ou com algum problema potencial, permitindo a intervenção antes que ela possa ficar doente. Hoje, 80% do volume de produção orgânica da Nestlé é monitorado e o objetivo é chegar a 100% até o final de 2020.

Fonte: FSB Comunicação

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