18/09/2012 às 13h56min - Atualizada em 18/09/2012 às 13h56min

Queijos Orgânicos da Fazenda Tamanduá

Fazenda Tamanduá

Três tipos de queijos são fabricados, sendo dois de origem francesa, o Saint Paulin e o Reblochon, e um nordestino, o Queijo de Coalho. Os queijos franceses, sofisticados, são maturados demoradamente em câmaras especiais, com temperatura e higrometria controladas, antes de serem colocados no mercado consumidor. 

Desde 1997 a produção, que é em média de 1.500 kg/mês, é fiscalizada pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), podendo, portanto, a Mocó comercializar estes produtos no Brasil inteiro. Uma engenheira de alimentos, veterinária, especializada na produção leiteira, garante um acompanhamento rígido da produção, tanto em higiene como na qualidade. No início de 2001, a Fazenda Tamanduá obteve pioneiramente no Brasil a certificação orgânica do IBD para os seu leite e queijos. 
Os queijos orgânicos da Fazenda Tamanduá são certificados pelo IBD. Queijos orgânicos são absolutamente isentos de aditivos químicos. Ao consumir queijo orgânico, além de contribuir indiretamente para preservar o meio ambiente você estará oferecendo à sua família um alimento puro, natural e isento de qualquer produto nocivo à sua saúde, proporcionando qualidade de vida.

Coalho: Típicamente do sertão Nordestino Brasileiro Brasil, o queijo de coalho surgiu com a necessidade dos viajantes, ao realizarem longas jornadas, acondicionarem o leite nas mochilas (matulão) fabricadas a partir do estômago de animais jovens. Com isso, observaram que o leite coagulava, e que a massa era muito saborosa, dando origem ao "Queijo de Coalho". Até recentemente, estes queijos eram obtidos de leite cru e, quando maturados, eram expostos ao sol e ao sereno da noite sertaneja. No entanto, este produto pode ser processado de formas variadas, de acordo com as microregiões nordestinas. O queijo de coalho da Fazenda Tamanduá é fabricado com leite integral pasteurizado, obtendo uma massa que é prensada, dessorada, salgada e consumida fresca ou maturada ( de 3 a 5 dias). Apresenta crosta fina nos queijos frescais, espessa nos maturados e uma consistência macia. Este queijo pode ser consumido cru acompanhando doces ou geléias, bem como, assado na frigideira ou no espetinho.

Reblochon: É um queijo Tradicional Francês das montanhas da Savoie, situadas entre a França, a Suíça e a Itália. O nome Reblochon aparece pela primeira vez num contrato escrito em 1704, fazendo dele um dos mais antigos queijos franceses conhecidos. A origem do seu nome vem do dialeto da Savoie "reblochi", que significa "ordenhar mais uma vez". De fato os vaqueiros ordenhavam as vacas uma primeira vez, na presença do dono, e após a saída dele, voltavam a tirar leite. Este era utilizado para produzir pequenos queijos, fáceis de serem escondidos, cujo nome ficou conhecido como Reblochon. O Reblochon é fabricado com leite integral orgânico pasteurizado de vaca e após 4 semanas de maturação o queijo apresenta uma pasta de cor marfim clara, fina e lisa, com alguns furos redondos e brilhantes, com uma crosta firme. Como aperitivo, antes da sobremesa, acompanhando bebidas quentes ou geladas, o Reblochon é um queijo versátil.

Saint Paulin: Em 1815um grupo de monges Trapistas, regressando de exílio após a Revolução Francesa, durante a qual as congregações religiosas sofreram perseguições, se estabeleceu em Port-Ringeard num convento abandonado, fundado em 1233 no departamento de Mayenne, sudoeste da França. Eles batizaram este lugar Notre-Dame-du-Port-du Salut. Ali os Trapistas começaram a produção de um queijo de leite de vaca para a comunidade e o denominaram Queijo do Port-du-Salut. Em 1º de setembro de 1873, numa ida a reunião de um Capítulo Geral em Paris o Reverendo Padre Abade levou o Port-du-Salut para um comerciante que, achando o queijo excelente, resolveu divulgá-lo e vendê-lo em Paris. Foi um grande sucesso comercial. Hoje em dia denominado Saint-Paulin, este queijo é fabricado com leite pasteurizado e caracterizado por sua cremosidade e delicadeza, mantendo sua forma e firmeza que lhe permitem fácil conservação. Estes queijos após, no mínimo, 4 ou 5 semanas apresentam um aspecto amarelado com uma crosta firme, e interiormente uma massa amanteigada, macia e saborosa. Normalmente, o queijo Saint Paulin é consumido como aperitivo, acompanhando bebidas quentes ou geladas

 


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