12/12/2012 às 12h29min - Atualizada em 12/12/2012 às 12h29min

Equipe para diagnóstico da produção leiteira chega à região Noroeste do Estado

Seagro/TO

Criadores de gado leiteiro de Pedro Afonso, região Noroeste do Estado, estão confiantes nos benefícios do diagnóstico sobre a produção leiteira, que está sendo realizado por técnicos da Seagro – Secretaria da Agricultura, Pecuária e do Desenvolvimento Agrário e OCB – Organização das Cooperativas do Brasil no Tocantins. 

O estudo teve início em propriedades integradas à Coopa – Cooperativa de Produtores Rurais de Pedro Afonso. O diagnóstico, iniciado na propriedade Mameluco, município de Guaraí, pertence ao produtor Pedro Pereira Braga. Ele possui um rebanho expressivo de vacas leiteiras e conta sua pretensão em investir cada vez mais nesta atividade produtiva. 

“A minha expectativa é dobrar a produção nos próximos anos, e este levantamento poderá contribuir com informações concretas sobres as nossas necessidades. Atualmente, tenho um rebanho de 40 vacas leiteiras”, projetou. Segundo a Diretoria de Associativismo e Cooperativismo, Angelina Stefanello, os dados que estão sendo coletados são de suma importância para futuros investimentos na produção leiteira da região. 

“Estamos traçando um perfil dos produtores, levantando as demandas, para que posteriormente possamos fazer planos de melhoria na cadeia produtiva do gado leiteiro”, enfatizou. Coapa Para o presidente da Coapa – Cooperativa Agropecuária de Pedro Afonso, Ricardo Khouri, essa pesquisa é uma iniciativa louvável, pois coincide com a as intenções da cooperativa. 

“Temos um projeto de implantar uma mini-usina pasteurizadora de leite na região, e estes dados serão um raio x, para facilitando planos futuros. Hoje temos 26 produtores de leite na Coapa, mas queremos buscar mais produtores. Sabemos que a região possui 500 pequenos produtores, com perfil de trabalhar nesta cadeia produtiva”, disse. Ricardo lembra ainda que atualmente os produtores da Coapa produzem cerca de 2.400 litros de leite, diariamente. 

“A intenção é que nos próximos anos possamos chegar a uma produção leiteira de 10 mil litros”, disse, acrescentando que: “Além da produção da soja que é forte na região queremos, também desenvolver a cadeia produtiva do leite, de forma organizada, principalmente os pequenos produtores para que eles possam garantir a sua renda familiar”, completou.

 

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