Sedap-PB promoveu debate sobre a produção do leite e derivados durante a Expofeira Paraíba Agronegócios

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca promoveu o debate “Qualidade do Leite e Derivados”.

Por Assessoria de Comunicação-
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Foto Divulgação Governo da Paraíba

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap-PB) promoveu o debate “Qualidade do Leite e Derivados”. O encontro foi durante a programação da Expofeira Paraíba Agronegócios 2025, no auditório montado no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, em João Pessoa. O evento reuniu cerca de 50 queijeiros e representantes de universidades públicas e abordou as análises oficiais que atestam a qualidade da produção das indústrias queijeiras. De acordo com o secretário da Sedap-PB, Joaquim Hugo, esse encontro foi importante para aproximar os produtores e universidades públicas que realizam análises laboratoriais que avaliam a qualidade dos produtos. “Esse diálogo próximo permite fazer diagnósticos e aperfeiçoar o sistema das análises dos derivados do leite”, comentou.

O gerente-executivo de Produção Agropecuária da Sedap-PB, José Otávio Targino, explicou que as análises oficiais se insere no processo de qualificação dos produtos. “São as análises oficiais que vamos ter a garantia da qualidade do leite e derivados na Paraíba”, relatou. Ele acrescentou que as avaliações laboratoriais estão inseridas nas exigências do processo de certificação.

José Otávio Targino frisou que existem registradas na Paraíba cerca de 50 queijeiras, mas a informalidade no setor ainda é muito grande. “Oficialmente, a gente tem em torno de 50 queijeiras, mas a realidade é que a Paraíba tem mais de 700, porque a informalidade ainda é muito grande. Estamos trabalhando para termos maior regulamentação e, assim, possibilitar que as empresas conquistem mais mercado”, enfatizou.

A gerente executiva da Defesa Agropecuária da Sedap-PB, Girlene Alencar, também participou do encontro e apontou que “nós somos os principais parceiros dos produtores de queijos e outros derivados do leite, porque com a nossa fiscalização se assegura a qualidade e abrimos mercados para o que é produzido”. E assegurou que “tudo é feito para garantir a qualidade, a sanidade dos produtos”.

A professora Mônica Correia, do Curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Campina Grande (Ufcg), também participou do debate. Ela falou sobre a necessidade e dificuldades de adequação dos laboratórios às exigências do Ministério da Agricultura (MA). O tema também foi abordado pela professora Sônia Galdino, do Núcleo de Pesquisa e Processamento de Alimentos (Nuppa) da Universidade Federal da Paraíba (Ufpb). Ela concordou que os laboratórios precisam estar adequados aos parâmetros requeridos pelo MA para poder oferecer análises laboratoriais que possibilitem que os produtos das queijeiras paraibanas possam conquistar novos mercados.  

Fonte: Governo da Paraíba

FONTE: Governo da Paraíba