21/06/2015 às 12h04min - Atualizada em 21/06/2015 às 12h04min

Inseminação artificial pode melhorar a produção de leite em Umuarama

Globo G1

Estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) desenvolvem, há dez meses, uma parceria com pequenos produtores da Umuarama para melhoria na produção de leite nas propriedades deles.

Os acadêmicos desenvolvem a técnica de inseminação artificial no gado. “A maior vantagem que o produtor tem é que ele consegue uma melhoria do rebanho. Porque usamos sêmen selecionado”, explica o professor Antônio Campanha Martinez.

Os pecuaristas não pagam pelo sêmen, que é doado pela prefeitura, e podem escolher entre quatro raças: jersey, holandês, girolando e pardo suíço. O único custo ao produtor é com medicamentos usados para estimular a ovulação das vacas.

As doses de sêmen ficam guardadas em um botijão de nitrogênio. Trinta dias depois de fazer o trabalho de inseminação, os alunos voltam até a propriedade para ver se as vacas ficaram prenhas com ajuda de um aparelho de ultrassom.

Os primeiros bezerros do projeto ainda não nasceram. A taxa média de sucesso da inseminação varia de 40% a 60%. “Agora, como vai colocar tudo jersey, vai ser uma beleza para o sítio”, diz Élio Correia, administrador de uma das propriedades envolvidas.

 


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